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Kleber Siqueira · 27 Oct 2024

Industrial Asset Management: Elevating to a Strategic Role at the C-Level

The scope of maintenance departments has grown significantly, from task execution to supporting roles like operational reliability. This dual responsibility places an enormous burden on maintenance, unlike other support functions such as Finance or HR. It’s time to elevate Asset Management as a C-level strategic role, aligning its function with core business objectives.

Restructuring Asset Management for Sustainable Performance

1. Combine Engineering and Asset Management

Establish an integrated Asset Management organization at the C-level, reporting directly to the CEO, alongside Operation, Finance and HR. Integrating Engineering under this function ensures reliability and operational goals are aligned with corporate strategy, creating a streamlined approach to asset lifecycle management.

2. Separate Referees from Players

Maintenance execution, as part of Operation, is influenced by a short-term focus that may impact asset reliability and reduce asset lifespan. Therefore, Operation should not have the authority to modify maintenance plans unilaterally; any changes must go through the Management of Change (MOC) process. The Asset Management department is the custodian of these plans, with a mandate to ensure their strategic alignment and compliance through regular audits. By distinguishing the roles, organizations can uphold long-term reliability while allowing Operations to concentrate on effective task execution.

3. Develop Rigorous Reliability Policies through Cross-Organizational Collaboration

Reliability plan development is a cross-organizational effort requiring the Asset Management department to empower and coordinate representatives from Operation, Maintenance, and Engineering. This collaborative approach ensures that policies reflect comprehensive input and functional alignment. Asset Management will also facilitate these analyses as part of its corporate responsibilities, using formal, competency-based processes to establish reliability and maintenance standards that everyone understands and upholds.

4. Avoid Shortcuts

Streamlined processes that cut costs in reliability policy development often result in flawed programs that hurt equipment performance. Effective asset management demands thorough, complete processes. Shortcuts compromise reliability and damage long-term organizational credibility. I invite you to explore my article series on Streamlined RCM (Reliability Centered Maintenance), where I discuss these risks in depth and share insights into maintaining compliance with industry standards.

5. Ensure Players Understand the Rules

Maintenance and Operation supervisors and technicians need a strong grasp of reliability plan principles and the risks associated with non-compliance. In highly automated settings, this understanding should include technical qualifications and formal training. Knowing the “why” behind each strategy empowers teams to execute them correctly.

6. Enforce Compliance with Maintenance Schedules, Operating Procedures, and Best Practices

Compliance in maintenance should be as important as adherence to financial or HR policies. Alongside maintenance schedules, strict compliance with operating procedures and best practices must be enforced. Poor compliance should carry real consequences, underscoring that disciplined maintenance and operational practices are crucial. This focus on compliance builds a culture of accountability and prioritizes both asset and process management.

7. Invest in Safe Reliability Strategy Minimums

Maintaining a baseline for safe, effective reliability strategies extends beyond maintenance to operations and is often overlooked. Yet, without this baseline, risks multiply, threatening operational stability and legal compliance. Allocating adequate resources to determine and implement safe reliability strategies ensures a solid foundation across both maintenance and operations.

8. Centralize CMMS and Specialized Software Management

The Asset Management department should control all CMMS, APM, inspection, monitoring and cognitive software. This includes developing a Management of Change (MOC) process specifically to oversee reliability plan strategies and all associated tasks. Empowering technicians to use these systems effectively supports planning, execution, and consistent feedback across the maintenance function.

Looking Ahead: Core Processes for C-Level Asset Management

To fulfill its mandate, a C-level Asset Management organization will oversee seven core processes:

  1. Functional Specification: Define each asset’s role in supporting the industrial value chain.
  2. Design Specification: Set standards for performance, safety, and operational context, while specifying configuration, availability, and reliability.
  3. Acquisition & Deployment: Manage engineering, procurement, construction, installation, commissioning, and asset handover to operation.
  4. Operational Reliability: Implement and sustain RCM and RBI (Risk Based Inspection) strategies to ensure ongoing performance, with redesign proposals where necessary.
  5. Disposal: Oversee asset retirement when it’s no longer viable or necessary.
  6. Legal Compliance: Maintain full compliance with laws and regulations.
  7. Reliability Scorekeeping: Develop and track KPIs to monitor and improve asset performance.

In upcoming posts, I’ll delve into these seven elements, exploring how they form the foundation of a proactive, strategically aligned Asset Management function.

Gestão de Ativos Industriais: Elevando-se a uma Função Estratégica no Nível C

O escopo dos departamentos de manutenção cresceu significativamente, da execução de tarefas para funções de suporte como confiabilidade operacional. Essa dupla responsabilidade coloca um enorme fardo na manutenção, diferente de outras funções de suporte como Finanças ou RH. É hora de elevar a Gestão de Ativos como uma função estratégica de nível C, alinhando sua função com os principais objetivos do negócio.

Reestruturação da gestão de ativos para desempenho sustentável

1. Combine Engenharia e Gestão de Ativos

Estabeleça uma organização integrada de Gestão de Ativos no nível C, reportando-se diretamente ao CEO, análogamente como Finanças, RH e Operações. Integrar Engenharia sob esta função garante que a confiabilidade e as metas operacionais estejam alinhadas com a estratégia corporativa, criando uma abordagem adequada para a gestão do ciclo de vida de ativos.

2. Separe Árbitros de Jogadores

A execução da manutenção, como parte das Operações, é influenciada por um foco de curto prazo que pode impactar a confiabilidade dos ativos e reduzir a vida útil dos ativos. Portanto, as Operações não devem ter autoridade para modificar os planos de manutenção unilateralmente; quaisquer alterações devem passar pelo processo de Gerenciamento de Mudanças (MOC). O departamento de Gerenciamento de Ativos é o guardião desses planos, com o mandato de garantir seu alinhamento estratégico e conformidade por meio de auditorias regulares. Ao distinguir as funções, as organizações podem manter a confiabilidade de longo prazo, permitindo que as Operações se concentrem na execução eficaz das tarefas.

3. Desenvolver Políticas Rigorosas de Manutenção por meio da Colaboração Interorganizacional

O desenvolvimento do plano de confiabilidade é um esforço interorganizacional que exige que o departamento de Gestão de Ativos capacite e coordene representantes de Operações, Manutenção e Engenharia. Essa abordagem colaborativa garante que as políticas reflitam a contribuição abrangente e o alinhamento funcional. A Gestão de Ativos também facilitará essas análises como parte de suas responsabilidades corporativas, usando processos formais baseados em competência para estabelecer padrões de confiabilidade e manutenção que todos entendam e mantenham.

4. Evite atalhos

Processos simplificados que cortam custos no desenvolvimento de políticas de manutenção geralmente resultam em programas falhos que prejudicam o desempenho do equipamento. O gerenciamento eficaz de ativos exige processos completos. Atalhos comprometem a confiabilidade e prejudicam a credibilidade organizacional de longo prazo. Convido você a explorar minha série de artigos sobre RCM simplificado, onde discuto esses riscos em profundidade e compartilho insights sobre como manter a conformidade com os padrões do setor.

5. Garanta que os Jogadores Entendam as Regras

Os gerentes, engenheiros e técnicos de operação, manutenção e engenharia precisam ter uma forte compreensão dos princípios de gestão de ativos suportados pelas estratégias de confiabilidade e dos riscos associados à não conformidade. Em ambientes altamente automatizados, esse entendimento deve incluir qualificações técnicas e treinamento formal. Saber o “porquê” por trás de cada estratégia capacita as equipes a executá-las corretamente.

6. Imponha a conformidade com cronogramas de manutenção, procedimentos operacionais e melhores práticas

A conformidade na execução rigorosa das estratégias atribuídas ao departamento de manutenção deve ser tão importante quanto a adesão às políticas financeiras ou de RH. Juntamente com os cronogramas de execução das estratégias sob responsabilidade da manutenção, a conformidade rigorosa com os procedimentos operacionais e as melhores práticas operacionais deve ser imposta com o mesmo rigor. A baixa conformidade deve ter consequências reais, ressaltando que a manutenção disciplinada e as práticas operacionais são cruciais. Esse foco na conformidade cria uma cultura de responsabilidade e prioriza o gerenciamento de ativos e processos.

7. Invista em Mínimos de Estratégia de Confiabilidade Segura

Manter uma linha de base para estratégias de confiabilidade seguras e eficazes se estende além da manutenção para as operações e é frequentemente negligenciado. No entanto, sem essa linha de base, os riscos se multiplicam, ameaçando a estabilidade operacional e a conformidade legal. Alocar recursos adequados para determinar e implementar estratégias de confiabilidade seguras garante uma base sólida tanto na manutenção quanto nas operações.

8. Centralize o CMMS e o gerenciamento de software especializado

O departamento de gerenciamento de ativos deve controlar todos os softwares de CMMS, APM, inspeção e monitoramento. Isso inclui o desenvolvimento de um processo de gerenciamento de mudanças (MOC) especificamente para supervisionar estratégias de plano de confiabilidade e todas as tarefas associadas. Capacitar os técnicos para usar esses sistemas efetivamente oferece suporte ao planejamento, execução e feedback consistente em toda a função de manutenção.

Olhando para o futuro: Processos essenciais para gestão de ativos de nível C

Para cumprir seu mandato, uma organização de gestão de ativos de nível C supervisionará sete processos principais:

  1. Especificação funcional: defina o papel de cada ativo no suporte à cadeia de valor industrial.
  2. Especificação de projeto: defina padrões de desempenho, segurança e contexto operacional, ao mesmo tempo em que especifica configuração, disponibilidade e confiabilidade.
  3. Aquisição e implantação: gerencie engenharia, aquisição, construção, instalação, comissionamento e transferência de ativos.
  4. Confiabilidade operacional: implementar e sustentar estratégias de RCM para garantir desempenho contínuo, com propostas de reformulação quando necessário.
  5. Alienação: supervisione a desativação de ativos quando eles não forem mais viáveis ou necessários.
  6. Conformidade legal: mantenha total conformidade com leis e regulamentos.
  7. Pontuação de confiabilidade: desenvolva e acompanhe KPIs específicos para monitorar e melhorar o desempenho dos ativos.

Em postagens futuras, abordarei esses sete elementos, explorando como eles formam a base de uma função de Gestão de Ativos proativa e estrategicamente alinhada.

Gestión de Activos Industriales: Elevándose a una Función Estratégica en el Nivel C

El alcance de los departamentos de mantenimiento ha crecido de forma significativa, desde la ejecución de tareas hasta funciones de soporte como la confiabilidad operacional. Esta doble responsabilidad impone una carga enorme al mantenimiento, a diferencia de otras funciones de soporte como Finanzas o RR. HH. Es hora de elevar la Gestión de Activos como una función estratégica de nivel C, alineándola con los objetivos centrales del negocio.

Reestructuración de la gestión de activos para un desempeño sostenible

1. Combine Ingeniería y Gestión de Activos

Establezca una organización integrada de Gestión de Activos en el nivel C, reportando directamente al CEO, de forma análoga a Finanzas, RR. HH. y Operaciones. Integrar Ingeniería bajo esta función garantiza que la confiabilidad y las metas operacionales estén alineadas con la estrategia corporativa, creando un enfoque adecuado para la gestión del ciclo de vida de los activos.

2. Separe árbitros de jugadores

La ejecución del mantenimiento, como parte de Operaciones, está influida por un enfoque de corto plazo que puede afectar la confiabilidad de los activos y reducir su vida útil. Por lo tanto, Operaciones no debe tener autoridad para modificar los planes de mantenimiento de forma unilateral; cualquier cambio debe pasar por el proceso de Gestión del Cambio (MOC). El departamento de Gestión de Activos es el custodio de estos planes, con el mandato de garantizar su alineación estratégica y el cumplimiento mediante auditorías periódicas. Al distinguir las funciones, las organizaciones pueden sostener la confiabilidad a largo plazo, permitiendo que Operaciones se concentre en la ejecución eficaz de las tareas.

3. Desarrollar políticas rigurosas de confiabilidad mediante colaboración interorganizacional

El desarrollo del plan de confiabilidad es un esfuerzo interorganizacional que exige que el departamento de Gestión de Activos habilite y coordine a representantes de Operaciones, Mantenimiento e Ingeniería. Este enfoque colaborativo garantiza que las políticas reflejen una contribución integral y un alineamiento funcional. La Gestión de Activos también facilitará estos análisis como parte de sus responsabilidades corporativas, usando procesos formales basados en competencias para establecer estándares de confiabilidad y mantenimiento que todos comprendan y sostengan.

4. Evite atajos

Los procesos simplificados que recortan costos en el desarrollo de políticas de mantenimiento suelen producir programas defectuosos que perjudican el desempeño de los equipos. La gestión eficaz de activos exige procesos completos. Los atajos comprometen la confiabilidad y dañan la credibilidad organizacional a largo plazo. Lo invito a explorar mi serie de artículos sobre RCM simplificado, donde analizo estos riesgos en profundidad y comparto ideas sobre cómo mantener la conformidad con los estándares de la industria.

5. Asegúrese de que los jugadores entiendan las reglas

Los gerentes, ingenieros y técnicos de operación, mantenimiento e ingeniería necesitan una comprensión sólida de los principios de gestión de activos respaldados por las estrategias de confiabilidad y de los riesgos asociados al incumplimiento. En entornos altamente automatizados, esta comprensión debe incluir calificaciones técnicas y formación formal. Conocer el “porqué” detrás de cada estrategia habilita a los equipos para ejecutarlas correctamente.

6. Imponga el cumplimiento de los programas de mantenimiento, procedimientos operativos y mejores prácticas

El cumplimiento en la ejecución rigurosa de las estrategias asignadas al departamento de mantenimiento debe ser tan importante como la adhesión a las políticas financieras o de RR. HH. Junto con los cronogramas de ejecución de las estrategias bajo responsabilidad del mantenimiento, el cumplimiento estricto de los procedimientos operativos y las mejores prácticas debe imponerse con el mismo rigor. El bajo cumplimiento debe tener consecuencias reales, subrayando que el mantenimiento disciplinado y las prácticas operacionales son cruciales. Este enfoque en el cumplimiento construye una cultura de responsabilidad y prioriza la gestión de activos y procesos.

7. Invierta en mínimos de estrategia de confiabilidad segura

Mantener una línea base de estrategias de confiabilidad seguras y eficaces se extiende más allá del mantenimiento hacia las operaciones y con frecuencia se pasa por alto. Sin esa línea base, los riesgos se multiplican, amenazando la estabilidad operacional y el cumplimiento legal. Asignar recursos adecuados para determinar e implementar estrategias de confiabilidad seguras garantiza una base sólida tanto en mantenimiento como en operaciones.

8. Centralice el CMMS y la gestión de software especializado

El departamento de gestión de activos debe controlar todos los software de CMMS, APM, inspección y monitoreo. Esto incluye desarrollar un proceso de Gestión del Cambio (MOC) específicamente para supervisar las estrategias del plan de confiabilidad y todas las tareas asociadas. Capacitar a los técnicos para usar estos sistemas de manera efectiva apoya la planificación, la ejecución y la retroalimentación consistente en toda la función de mantenimiento.

Mirando hacia adelante: procesos esenciales para la gestión de activos de nivel C

Para cumplir su mandato, una organización de gestión de activos de nivel C supervisará siete procesos principales:

  1. Especificación funcional: defina el rol de cada activo en el soporte de la cadena de valor industrial.
  2. Especificación de diseño: establezca estándares de desempeño, seguridad y contexto operacional, especificando al mismo tiempo configuración, disponibilidad y confiabilidad.
  3. Adquisición e implantación: gestione ingeniería, adquisiciones, construcción, instalación, puesta en marcha y transferencia de activos.
  4. Confiabilidad operacional: implemente y sostenga estrategias de RCM para garantizar un desempeño continuo, con propuestas de rediseño cuando sea necesario.
  5. Disposición: supervise la desactivación de activos cuando ya no sean viables o necesarios.
  6. Cumplimiento legal: mantenga la conformidad plena con leyes y regulaciones.
  7. Medición de confiabilidad: desarrolle y siga KPIs específicos para monitorear y mejorar el desempeño de los activos.

En publicaciones futuras abordaré estos siete elementos, explorando cómo forman la base de una función de Gestión de Activos proactiva y estratégicamente alineada.

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